segunda-feira, 3 de setembro de 2007

COMO TERMINAR BEM UMA TRILOGIA



Nunca fui muito chegado a filmes de agentes secretos. Com exceção do James Bond e do Jack Bauer do seriado 24 Horas (por quê será que os melhores agentes tem as iniciais JB, hein?). A trilogia de Jason Bourne (olha o "JB" aí de novo!) mudou meus conceitos.

Baseado numa série de livros de Robert Ludlum, a história fala de um ex-agente que acorda sem memória em um barco de pesca e resolve averiguar seu passado. E tem muita gente querendo matá-lo.

Voltando ao filme, O Ultimato Bourne é um grande encerramento para uma trilogia onde não haviam muitas expectativas. Mas Matt Damon convenceu como "homem sem passado". Foi a escolha perfeita para o personagem que lida com suas emoções e é brilhante contra seus inimigos.

O filme inicia com a CIA rastreando um vazamento de informações sobre um projeto ultra-secreto levando-os até um jornalista na Inglaterra. E quando acham que vão conseguir pôr as mãos nele, surge Bourne para estragar a festa. Essa é uma seqüência e muito bem dirigida por Paul Greengrass.

O quê se segue é ação, MUITA ação. Um jogo de gato e rato de proporções internacionais passando pela Espanha, Marrocos e, finalmente, Estados Unidos. Destacam-se principalmente a perseguição no Marrocos e a de Nova York.

Este terceiro filme, assim como os outros, é um tour pelo mundo. As tomadas aéreas das cidades são muito bem realizadas deixando um gostinho de visitar todas.

Poderia-se resumir O Ultimato Bourne como um jogo de gato e rato, uma caçada onde tentam ferrar com Bourne e Bourne sempre ferra com seus perseguidores. E aos poucos, toda a sujeira vem à tona. E o final, foge um pouco dos clichês habituais. Quanto a quem assiste, fica a sensação de "dever cumprido" em acompanhar tão boa trilogia.

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